Fake News – temos muito a aprender

De acordo com a Wikipédia, “Desinformação é a utilização das técnicas de comunicação e informação para induzir a erro ou dar uma falsa imagem da realidade, mediante a supressão ou ocultação de informações, minimização da sua importância ou modificação do seu sentido.”

 

Chamar alguém de ladrão ou corrupto sem provas; condenar por crime uma pessoa antes do seu julgamento; difamar pessoas ou instituições em prol de um objetivo pessoal; disseminar dúvidas ou denúncias falsas sobre pessoas públicas com intuito do crescimento político de outras, são exemplos de como não se deve agir em uma campanha eleitoral, seja na disputa da Presidência da República, ou em qualquer outro tipo de eleição direta.

 

Participar de uma disputa eleitoral, não significa um vale tudo para conquistar a vitória. Divulgar, disseminar ou compartilhar uma notícia falsa torna o candidato tão ou mais responsável que o próprio autor da notícia, pois multiplica a desinformação.

 

Ao contrário de tempos passados em que o poder de divulgação em larga escala era exclusividade dos grandes veículos de mídia, basicamente por três canais de comunicação de massa: o jornal impresso, o rádio e a televisão, hoje, qualquer pessoa com um celular e acesso às redes sociais pode se tornar um formador de opinião em larga escala, e consegue divulgar qualquer informação para inúmeras pessoas em segundos.

 

A facilidade de compartilhamento com apenas um toque, propicia a ação sem reflexão e faz multiplicar a quantidade de notícias falsas publicadas diariamente. Algumas vezes, o compartilhamento atinge rapidamente milhares de pessoas e começa a ficar difícil mostrar a verdade dos fatos para essas mesmas pessoas que receberam a notícia falsa.

 

Há várias explicações para o sucesso de determinadas notícias falsas. Os psicólogos chamam de viés de confirmação ou dissonância cognitiva, quando argumentos simplistas e ‘culpados óbvios’ nos trazem uma sensação de alívio e triunfo por termos achado respostas para confirmar as nossas próprias certezas. Tome cuidado, pois o nosso cérebro também pode nos enganar em uma análise rápida. Por isso, parar, pesquisar e ver o outro lado traz uma análise mais justa e realista.

 

Não deixe que as fake news sejam a tônica da campanha eleitoral da ELOS de 2020, compartilhe e divulgue as informações verdadeiras, imparciais, oriundas de fonte confiável, assim, além de divulgar notícias reais, você estará ajudando a compartilhar propostas e campanhas daqueles que pensam no bem da ELOS e não somente preocupados em ganhar as eleições a qualquer custo.

 

Quando a informação é verdadeira, imparcial, a fonte é confiável e o conteúdo vai ajudar as pessoas a entender determinado assunto, a gente compartilha!!

Veja a Campanha da Justiça Eleitoral de alerta às Fake News- Minuto da Checagem

 



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